Dapoxetina e disfunção erétil podem ser combinadas

Dapoxetin > medicamento dapoxetina


Assim sendo, é contra-indicado a utilização concomitante de Dapoxetina e de inibidores potentes do CYP3A4, tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, nefazodona, nelfinavir e atazanavir é contra-indicada Inibidores moderados do CYP3A4 O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (por ex. eritromicina, claritromicina, fluconazol, amprenavir, fosamprenavir, aprepitante, verapamil, diltiazem) pode também provocar um aumento significativo da exposição da dapoxetina e desmetildapoxetina, especialmente em metabolizadores fracos do CYP2D6. Estas duas medidas aplicam-se a todos os doentes excepto aqueles que sejam metabolizadores extensos por geno- ou fenotipagem. Inibidores potentes do CYP2D6 A Cmáx e a AUCinf da dapoxetina (dose única de 60 mg) aumentaram 50% e 88%, respectivamente, na presença de fluoxetina (60 mg/dia durante 7 dias). Considerando a contribuição tanto da dapoxetina como da desmetildapoxetina não ligadas às proteínas, a Cmáx da fracção activa poderá ser aumentada aproximadamente 50% e a AUC da fracção activa poderá ser duplicada caso a toma seja efectuada concomitantemente com inibidores potentes do CYP2D6. Estes aumentos da Cmáx e da AUC da fracção activa sãosemelhantes aos esperados para os metabolizadores fracos do CYP2D6 e poderão resultarnuma maior incidência e gravidade de acontecimentos adversos dependentes da dose. Inibidores da PDE5 A farmacocinética da dapoxetina (60 mg) em associação com tadalafil (20 mg) e sildenafil (100 mg) foi avaliada num estudo cruzado de dose única.

Que efeitos secundários estão associados ao Priligy?

Assim sendo, é contra-indicado a utilização concomitante de Dapoxetina e de inibidores potentes do CYP3A4, tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, nefazodona, nelfinavir e atazanavir é contra-indicada Inibidores moderados do CYP3A4 O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (por ex. eritromicina, claritromicina, fluconazol, amprenavir, fosamprenavir, aprepitante, verapamil, diltiazem) pode também provocar um aumento significativo da exposição da dapoxetina e desmetildapoxetina, especialmente em metabolizadores fracos do CYP2D6. Estas duas medidas aplicam-se a todos os doentes excepto aqueles que sejam metabolizadores extensos por geno- ou fenotipagem. Inibidores potentes do CYP2D6 A Cmáx e a AUCinf da dapoxetina (dose única de 60 mg) aumentaram 50% e 88%, respectivamente, na presença de fluoxetina (60 mg/dia durante 7 dias). Considerando a contribuição tanto da dapoxetina como da desmetildapoxetina não ligadas às proteínas, a Cmáx da fracção activa poderá ser aumentada aproximadamente 50% e a AUC da fracção activa poderá ser duplicada caso a toma seja efectuada concomitantemente com inibidores potentes do CYP2D6.

Alternativas comuns

Estes aumentos da Cmáx e da AUC da fracção activa sãosemelhantes aos esperados para os metabolizadores fracos do CYP2D6 e poderão resultarnuma maior incidência e gravidade de acontecimentos adversos dependentes da dose. Inibidores da PDE5 A farmacocinética da dapoxetina (60 mg) em associação com tadalafil (20 mg) e sildenafil (100 mg) foi avaliada num estudo cruzado de dose única. O tadalafil não afectou a farmacocinética da dapoxetina. No entanto, Dapoxetina deverá ser prescrito com precaução em doentes que utilizam inibidores da PDE5 devido a uma possível tolerância ortostática reduzida. Tansulosina A administração concomitante de uma dose única ou de doses múltiplas de 30 mg ou 60 mg de dapoxetina a doentes que estão a receber doses diárias de tansulosina não resultam em alterações na farmacocinética da tansulosina. O tadalafil não afectou a farmacocinética da dapoxetina.

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
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No entanto, Dapoxetina deverá ser prescrito com precaução em doentes que utilizam inibidores da PDE5 devido a uma possível tolerância ortostática reduzida.

Armazenamento e cuidados com o medicamento

João (Hypericum perforatum)] ou nos 14 dias após descontinuação do tratamento com estes medicamentos/produtos à base de plantas. - Tratamento concomitante com inibidores potentes da CYP3A4, tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, nefazadona, nelfinavir, atazanavir, etc. Advertências e precauções - Dapoxetina não deverá ser utilizado em indivíduos com menos de 18 anos de idade. - A utilização de Dapoxetina não é recomendada em doentes com compromisso renal grave e é aconselhada precaução em doentes com compromisso renal ligeiro ou moderado Dapoxetina só é indicado em homens com EP. Não foi estabelecida a segurança e não existem dados sobre os efeitos de retardamento da ejaculação em homens sem EP.

8) Há necessidade de testes ou avaliações?

Utilização com drogas utilizadas com fins recreativos Os doentes deverão ser aconselhados a não utilizarem Dapoxetina em associação com drogas recreativas. As drogas utilizadas com fins recreativos que possuam actividade serotoninérgica, tais como cetamina, metilenodioximetanfetamina (MDMA) e dietilamida do ácido lisérgico (LSD), poderão levar a reacções potencialmente graves se associadas com Dapoxetina. Estas reacções incluem, embora não se limitem a, arritmia, hipertermia e síndroma serotoninérgico. A utilização de Dapoxetina com drogas com propriedades sedativas, tais como os narcóticos e as benzodiazepinas, poderá aumentar ainda mais a sonolência e as tonturas. Tansulosina A administração concomitante de uma dose única ou de doses múltiplas de 30 mg ou 60 mg de dapoxetina a doentes que estão a receber doses diárias de tansulosina não resultam em alterações na farmacocinética da tansulosina. A adição de dapoxetina a tansulosina não resultou numa alteração do perfil ortostático e não se verificaram diferenças nos efeitos ortostáticos entre a tansulosina associada a 30 ou 60 mg de dapoxetina e a tansulosina isoladamente; contudo, Dapoxetina deverá ser prescrito com precaução a doentes que utilizam antagonistas dos receptores alfa adrenérgicos devido a uma possível tolerância ortostática reduzida. Medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) seguidas por uma dose única de 50 mg de desipramina aumentaram a Cmáx e a AUCinf médias da desipramina em aproximadamente 11% e 19%, respectivamente, em comparação com a desipramina administrada isoladamente. Medicamentos metabolizados pelo dapoxetina precisa receita medica CYP3A4 Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) diminuíram a AUCinf do midazolam (dose única de 8 mg) em aproximadamente 20% (intervalo −60 a +18%). O aumento da actividade do CYP3A4 poderá ser clinicamente relevante nalguns indivíduos tratados concomitantemente com um medicamento metabolizado principalmente pelo CYP3A4 e com uma janela terapêutica estreita. Medicamentos metabolizados pela CYP2C19 Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não inibiram o metabolismo de uma dose única de 40 mg de omeprazol. É improvável que a dapoxetina afecte a farmacocinética de outros substratos do CYP2C19.

Medicamentos metabolizados pelo CYP2C9 Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não afectaram a farmacocinética nem a farmacodinâmica de uma dose única de 5 mg de gliburida. É improvável que a dapoxetina afecte a farmacocinética de outros substratos do CYP2C9.

Indicações e elegibilidade

A adição de dapoxetina a tansulosina não resultou numa alteração do perfil ortostático e não se verificaram diferenças nos efeitos ortostáticos entre a tansulosina associada a 30 ou 60 mg de dapoxetina e a tansulosina isoladamente; contudo, Dapoxetina deverá ser prescrito com precaução a doentes que utilizam antagonistas dos receptores alfa adrenérgicos devido a uma possível tolerância ortostática reduzida. Medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) seguidas por uma dose única de 50 mg de desipramina aumentaram a Cmáx e a AUCinf médias da desipramina em aproximadamente 11% e 19%, respectivamente, em comparação com a desipramina administrada isoladamente. Medicamentos metabolizados pelo dapoxetina precisa receita medica CYP3A4 Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) diminuíram a AUCinf do midazolam (dose única de 8 mg) em aproximadamente 20% (intervalo −60 a +18%). O aumento da actividade do CYP3A4 poderá ser clinicamente relevante nalguns indivíduos tratados concomitantemente com um medicamento metabolizado principalmente pelo CYP3A4 e com uma janela terapêutica estreita. Medicamentos metabolizados pela CYP2C19 Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não inibiram o metabolismo de uma dose única de 40 mg de omeprazol.

5. Quais são os efeitos secundários mais comuns?

É improvável que a dapoxetina afecte a farmacocinética de outros substratos do CYP2C19. Medicamentos metabolizados pelo CYP2C9 Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não afectaram a farmacocinética nem a farmacodinâmica de uma dose única de 5 mg de gliburida. É improvável que a dapoxetina afecte a farmacocinética de outros substratos do CYP2C9. Varfarina Não existem dados que avaliem o efeito da utilização crónica de varfarina com dapoxetina; consequentemente, é aconselhada precaução quando a dapoxetina é utilizada em doentes que tomam varfarina cronicamente). Num estudo farmacocinético, a dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não afectou a farmacocinética ou a farmacodinâmica (TP ou INR) da varfarina após uma dose única de 25 mg. Varfarina Não existem dados que avaliem o efeito da utilização crónica de varfarina com dapoxetina; consequentemente, é aconselhada precaução quando a dapoxetina é utilizada em doentes que tomam varfarina cronicamente).

Num estudo farmacocinético, a dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não afectou a farmacocinética ou a farmacodinâmica (TP ou INR) da varfarina após uma dose única de 25 mg. Etanol A co-administração de uma dose única de etanol, 0,5 g/kg (aproximadamente 2 bebidas), não afectou a farmacocinética da dapoxetina (dose única de 60 mg); no entanto, a dapoxetina em associação com etanol aumentou a sonolência e diminuiu significativamente a vigilância, tal como classificada pelos próprios doentes.

Classificação Tipo de receita médica Validade da receita Renovação
Medicamento sujeito a receita médica Receita médica não renovável 30 dias Não aplicável
Medicamento não comparticipado Não comparticipado pelo SNS Não aplicável Não aplicável
Prescrição obrigatória Médico com número de cédula profissional Conforme legislação em vigor Nova consulta necessária

As medidas farmacodinâmicas do défice cognitivo (Rapidez de Vigilância de Dígitos, Teste de Substituição de Dígitos por Símbolos) também demonstraram um efeito aditivo quando a dapoxetina foi co-administrada com etanol. A utilização concomitante de álcool e dapoxetina aumenta a probabilidade ou a gravidade de reacções adversas, tais como tonturas, sonolência, reflexos lentos ou julgamento alterado. Perturbações do foro psiquiátrico Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Insónia, Ansiedade, Agitação, Agitação motora, Diminuição da libido, Sonhos anormais Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Depressão, Humordeprimido, Nervosismo, Pesadelos, Perturbaçãodo sono, Bruxismo, Humor eufórico, Indiferença, Apatia, Humor alterado, Insónia inicial, Insónia intermédia, Anorgasmia, Estado confusional, Hipervigilância, Pensamento anormal, Desorientação, Perda da libido Doenças do sistema nervoso Muito frequentes (> 1/10) Tonturas,Cefaleia Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Sonolência,Perturbação da atenção, Tremor, Parestesias Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Disgeusia, Hipersónia, Letargia, Sedação, Nível de consciência deprimido, Síncope, Síncope vasovagal, Tonturas posturais, Acatisia Raras (≥ 1/10 000 a dapoxetina sem receita <1/1000) Tonturas com o exercício físico, Adormecimento súbito Afecções oculares Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Visão turva Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Midríase, Perturbação visual Afecções do ouvido e do labirinto Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Zumbidos Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Vertigem Cardiopatias Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Paragem sinusal, Bradicardia sinusal, Taquicardia Vasculopatias Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Rubor Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Afrontamento, Hipotensão, Hipertensão sistólica Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Congestão dos seios paranasais, Bocejos Doenças gastrointestinais Muito frequentes(> 1/10) Náuseas Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Diarreia, Boca seca, Vómitos, Obstipação, Dor abdominal, Dor abdominal superior, Dispepsia, Flatulência, Mal estar do estômago, Distensão abdominal Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Mal-estar abdominal, Mal-estar epigástrico Raras (≥ 1/10 000 a <1/1000) Urgência de defecação Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Hiperidrose Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Prurido, Suores frios Doenças dos órgãos genitais e da mama Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Disfunção eréctil Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Falha de ejaculação, Parestesia genital masculina, Perturbação orgásmica masculina Perturbações gerais e alterações nolocal de administração Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Fadiga, Irritabilidade Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Astenia, Sensação decalor, Sentir-se trémulo, Sentir-se anormal, Sensação de embriaguez Exames complementares de diagnóstico Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Pressão arterial aumentada Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Frequência cardíaca aumentada, Pressão arterial diastólica aumentada, Pressão arterial ortostática aumentada Contraindicações - Hipersensibilidade à substância activa ou a qualquer dos excipientes. Situações cardíacas patológicas significativas - Insuficiência cardíaca (classe II-IV da Associação do coração de Nova Iorque (NYHA)) - Anomalias de condução (bloqueio AV de segundo ou terceiro grau ou síndrome donódulo sinusal) não tratadas com um pacemaker permanente.

Propriedade Descrição Valor Unidade
Classe farmacológica Inibidor selectivo da recaptação da serotonina ISRS de curta ação N/A
Biodisponibilidade Percentagem absorvida após administração oral 42 %
Ligação às proteínas plasmáticas Fixação às proteínas do sangue 99 %
Semivida de eliminação Tempo para reduzir a concentração plasmática a metade 1,5 horas
Metabolismo Principal via de transformação no organismo Hepático (CYP2D6, CYP3A4) N/A

- Doença cardíaca isquémica significativa - Doença valvular significativa Interacções farmacológicas importantes -Tratamento concomitante com inibidores da monoaminoxidase (IMAO) ou nos 14 dias após descontinuar o tratamento com um IMAO. De forma semelhante, não se deverá administrar um IMAO nos 7 dias após ter descontinuado Dapoxetina.

Precauções e segurança: quem deve ter especial atenção

- Tratamento concomitante com tioridazina ou nos 14 dias após descontinuação do tratamento com tioridazina.

O dapoxetina está disponível sem receita médica, em portugal?

De uma forma semelhante, não se deverá administrar tioridazina nos 7 dias após a descontinuação de Dapoxetina. - Tratamento concomitante com inibidores da recaptação da serotonina [inibidores selectivos de recaptação da serotonina (ISRSs), inibidores da recaptação da serotonina- noradrenalina (IRSNs), antidepressivos tricíclicos (ADTs)] ou outrosmedicamentos/produtos à base de plantas com efeitos serotoninérgicos [por ex., L−triptofano, triptanos, tramadol, linezolida, lítio, Erva de S. João (Hypericum perforatum)] ou nos 14 dias após descontinuação do tratamento com estes medicamentos/produtos à base de plantas.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do cloridrato de dapoxetina?

Etanol A co-administração de uma dose única de etanol, 0,5 g/kg (aproximadamente 2 bebidas), não afectou a farmacocinética da dapoxetina (dose única de 60 mg); no entanto, a dapoxetina em associação com etanol aumentou a sonolência e diminuiu significativamente a vigilância, tal como classificada pelos próprios doentes. As medidas farmacodinâmicas do défice cognitivo (Rapidez de Vigilância de Dígitos, Teste de Substituição de Dígitos por Símbolos) também demonstraram um efeito aditivo quando a dapoxetina foi co-administrada com etanol. A utilização concomitante de álcool e dapoxetina aumenta a probabilidade ou a gravidade de reacções adversas, tais como tonturas, sonolência, reflexos lentos ou julgamento alterado. Perturbações do foro psiquiátrico Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Insónia, Ansiedade, Agitação, Agitação motora, Diminuição da libido, Sonhos anormais Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Depressão, Humordeprimido, Nervosismo, Pesadelos, Perturbaçãodo sono, Bruxismo, Humor eufórico, Indiferença, Apatia, Humor alterado, Insónia inicial, Insónia intermédia, Anorgasmia, Estado confusional, Hipervigilância, Pensamento anormal, Desorientação, Perda da libido Doenças do sistema nervoso Muito frequentes (> 1/10) Tonturas,Cefaleia Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Sonolência,Perturbação da atenção, Tremor, Parestesias Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Disgeusia, Hipersónia, Letargia, Sedação, Nível de consciência deprimido, Síncope, Síncope vasovagal, Tonturas posturais, Acatisia Raras (≥ 1/10 000 a dapoxetina sem receita <1/1000) Tonturas com o exercício físico, Adormecimento súbito Afecções oculares Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Visão turva Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Midríase, Perturbação visual Afecções do ouvido e do labirinto Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Zumbidos Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Vertigem Cardiopatias Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Paragem sinusal, Bradicardia sinusal, Taquicardia Vasculopatias Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Rubor Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Afrontamento, Hipotensão, Hipertensão sistólica Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Congestão dos seios paranasais, Bocejos Doenças gastrointestinais Muito frequentes(> 1/10) Náuseas Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Diarreia, Boca seca, Vómitos, Obstipação, Dor abdominal, Dor abdominal superior, Dispepsia, Flatulência, Mal estar do estômago, Distensão abdominal Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Mal-estar abdominal, Mal-estar epigástrico Raras (≥ 1/10 000 a <1/1000) Urgência de defecação Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Hiperidrose Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Prurido, Suores frios Doenças dos órgãos genitais e da mama Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Disfunção eréctil Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Falha de ejaculação, Parestesia genital masculina, Perturbação orgásmica masculina Perturbações gerais e alterações nolocal de administração Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Fadiga, Irritabilidade Pouco frequentes(≥ 1/1000 a < 1/100) Astenia, Sensação decalor, Sentir-se trémulo, Sentir-se anormal, Sensação de embriaguez Exames complementares de diagnóstico Frequentes(≥ 1/100 a < 1/10) Pressão arterial aumentada Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100) Frequência cardíaca aumentada, Pressão arterial diastólica aumentada, Pressão arterial ortostática aumentada Contraindicações - Hipersensibilidade à substância activa ou a qualquer dos excipientes. Situações cardíacas patológicas significativas - Insuficiência cardíaca (classe II-IV da Associação do coração de Nova Iorque (NYHA)) - Anomalias de condução (bloqueio AV de segundo ou terceiro grau ou síndrome donódulo sinusal) não tratadas com um pacemaker permanente.

Sintomas que podem indicar efeitos adversos relevantes

- Doença cardíaca isquémica significativa - Doença valvular significativa Interacções farmacológicas importantes -Tratamento concomitante com inibidores da monoaminoxidase (IMAO) ou nos 14 dias após descontinuar o tratamento com um IMAO. De forma semelhante, não se deverá administrar um IMAO nos 7 dias após ter descontinuado Dapoxetina. - Tratamento concomitante com tioridazina ou nos 14 dias após descontinuação do tratamento com tioridazina. De uma forma semelhante, não se deverá administrar tioridazina nos 7 dias após a descontinuação de Dapoxetina. - Tratamento concomitante com inibidores da recaptação da serotonina [inibidores selectivos de recaptação da serotonina (ISRSs), inibidores da recaptação da serotonina- noradrenalina (IRSNs), antidepressivos tricíclicos (ADTs)] ou outrosmedicamentos/produtos à base de plantas com efeitos serotoninérgicos [por ex., L−triptofano, triptanos, tramadol, linezolida, lítio, Erva de S. - Tratamento concomitante com inibidores potentes da CYP3A4, tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, nefazadona, nelfinavir, atazanavir, etc. Advertências e precauções - Dapoxetina não deverá ser utilizado em indivíduos com menos de 18 anos de idade. - A utilização de Dapoxetina não é recomendada em doentes com compromisso renal grave e é aconselhada precaução em doentes com compromisso renal ligeiro ou moderado Dapoxetina só é indicado em homens com EP.

Não foi estabelecida a segurança e não existem dados sobre os efeitos de retardamento da ejaculação em homens sem EP. Utilização com drogas utilizadas com fins recreativos Os doentes deverão ser aconselhados a não utilizarem Dapoxetina em associação com drogas recreativas. As drogas utilizadas com fins recreativos que possuam actividade serotoninérgica, tais como cetamina, metilenodioximetanfetamina (MDMA) e dietilamida do ácido lisérgico (LSD), poderão levar a reacções potencialmente graves se associadas com Dapoxetina. Estas reacções incluem, embora não se limitem a, arritmia, hipertermia e síndroma serotoninérgico.

A utilização de Dapoxetina com drogas com propriedades sedativas, tais como os narcóticos e as benzodiazepinas, poderá aumentar ainda mais a sonolência e as tonturas.