E outras recomendações para mulheres com falta de desejo sexual?
ProcedimentoAs 60 mulheres tomaram um comprimido com os componentes presentes em Libifeme pela manhã, sempre à mesma hora, durante 6 meses. No início do estudo e a cada 4 semanas, as mulheres e respetivos cônjuges eram entrevistados e eram revistos aspetos da vida sexual da mulher como: libido (desejo sexual), dor no ato sexual, lubrificação adequada durante a relação sexual.
Transtorno de excitação sexual feminina e a promessa do Viagra
ProcedimentoAs 60 mulheres tomaram um comprimido com os componentes presentes em Libifeme pela manhã, sempre à mesma hora, durante 6 meses. No início do estudo e a cada 4 semanas, as mulheres e respetivos cônjuges eram entrevistados e eram revistos aspetos da vida sexual da mulher como: libido (desejo sexual), dor no ato sexual, lubrificação adequada durante a relação sexual. Era também revisto o bem-estar geral da mulher e possíveis efeitos secundários. ResultadosDas 32 mulheres que apresentaram queixas na vida sexual com o cônjuge, 84% descreveram aumento da sua libido ao fim de 3 a 4 semanas de toma. O aumento da libido destas mulheres manifestou-se das seguintes formas:1.
3. DHEA
Maior satisfação na sua vida sexual, mais de metade destas mulheres correlaciona com:- Diminuição da dor;- Aumento da lubrificação vaginal. Das mulheres que entraram no estudo por apresentarem um historial de infertilidade de 2 a 15 anos, 75% relataram notório aumento da libido que conduziu à maior satisfação na sua vida sexual. Destas, 11 engravidaram ao fim de em média 3,5 meses (2-6 meses) de toma diária e sempre à mesma hora de Libifeme. Os componentes de Libifeme foram bem-tolerados por todas as mulheres estudadas e nenhum efeito secundário foi reportado. A lubrificação vaginal é vital para que as relações sexuais sejam satisfatórias, mas muitas mulheres têm este problema e sofrem em silêncio. Era também revisto o bem-estar geral da mulher e possíveis efeitos secundários. ResultadosDas 32 mulheres que apresentaram queixas na vida sexual com o cônjuge, 84% descreveram aumento da sua libido ao fim de 3 a 4 semanas de toma. O aumento da libido destas mulheres manifestou-se das seguintes formas:1.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 180 + 10 comprimidos | 314.95€ 299.95€ | |
| Viagra Original | 100mg | 64 + 4 comprimidos | 264.15€ 251.57€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 180 + 4 comprimidos | 337.30€ 321.24€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 63 + 7 saquetas | 190.54€ 181.47€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 10 comprimidos | 44.09€ 41.99€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 360 + 10 comprimidos | 225.33€ 214.60€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 30 + 2 comprimidos | 72.32€ 68.88€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 10 comprimidos | 25.19€ 23.99€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 10 comprimidos | 40.96€ 39.01€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 60 + 4 comprimidos | 71.99€ 68.56€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 60 + 4 comprimidos | 96.36€ 91.77€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 180 + 10 comprimidos | 277.56€ 264.34€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 120 + 6 comprimidos | 149.50€ 142.38€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 30 + 2 comprimidos | 83.07€ 79.11€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 30 comprimidos | 88.92€ 84.69€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 30 + 6 comprimidos | 64.09€ 61.04€ | |
| Viagra Original | 100mg | 120 + 8 comprimidos | 470.39€ 447.99€ |
Maior satisfação na sua vida sexual, mais de metade destas mulheres correlaciona com:- Diminuição da dor;- Aumento da lubrificação vaginal.
O enigma do desejo feminino
(Libifeme é a solução ou Libifeme pode ajudar). Poderosa ação antioxidanteO Libifeme, devido à sua composição, preserva a saúde das células da mucosa interna da vagina, e assim promove maior lubrificação vaginal. Ação vasodilatadoraLibifeme aumenta a irrigação sanguínea da zona genital. Como a composição de Libifeme é 100% à base de extratos estandardizados de plantas, não interfere com nenhum mecanismo hormonal e como tal não provoca alterações de peso nem de humor. Para mulheres em idade fértil, 1 comprimido pela manhã.
1. Flibanserin
Fazer toma mínima de 3 embalagens seguidas. Tempo de toma mínimo recomendado de 3 a 6 meses. Fazer sempre a toma durante um mínimo de 3 meses consecutivos e repetir sempre que seja necessário, durante o mesmo período de tempo. Cada embalagem tem 30 comprimidos, consumo para 1 mês. O Libifeme é um tónico sexual, 100% natural, suave e de eficácia terapêutica comprovada, que pode ajudar as mulheres com queixas de falta de libido sexual, reduzida lubrificação vaginal e/ou dor no ato sexual. Das mulheres que entraram no estudo por apresentarem um historial de infertilidade de 2 a 15 anos, 75% relataram notório aumento da libido que conduziu à maior satisfação na sua vida sexual. Destas, 11 engravidaram ao fim de em média 3,5 meses (2-6 meses) de toma diária e sempre à mesma hora de Libifeme.
Possíveis efeitos colaterais
Aconselha-se que as mulheres tomem o medicamento ao deitar, para diminuir as consequências dos possíveis efeitos secundários, como hipotensão, síncope ou sonolência. E o consumo de álcool é como deve tomar viagra totalmente contraindicado enquanto a mulher estiver a tomar a medicação. Durante os ensaios clínicos, as mulheres também referiram tonturas, náuseas, fadiga, insónia e boca seca. No site da empresa Sprout Pharmaceuticals lê-se que o medicamento não serve para tratar perda de desejo sexual devido a uma condição médica ou psiquiátrica coexistente, a problemas na relação ou a efeitos secundários de outros medicamentos. @US_FDA approves #flibanserin for female hypoactive sexual desire disorder pic.twitter.com/uJKDo493dK É certo que nenhum medicamento está livre de apresentar efeitos secundários, por isso há que avaliar se os benefícios compensam os riscos.
Nutrição e Libido
Tendo em conta que uma em cada cinco mulheres referiu ter tido efeitos indesejados e que as melhorias são pouco significativas talvez não se justifique, como argumenta o médico Walid Fouad Gellad, citado pelo site Vox. A FDA aconselha que as mulheres interrompam a medicação se ao fim de oito semanas não notarem efeitos positivos no desejo sexual. Outro ponto importante é que as mulheres refiram qualquer tipo de alteração, visto que não existem estudos do efeito a longo prazo de um medicamento que deve ser tomado diariamente. O medicamento que agora foi aprovado pela autoridade que regula os medicamento e alimentos nos Estados Unidos (FDA, Food and Drug Administration) já tinha visto o pedido de comercialização recusado duas vezes em 2010 e 2013, por não conseguir demonstrar que realmente resolvia o problema e porque apresentava manifestações severas dos efeitos secundários. “A combinação de uma prova de eficácia não muito robusta e o facto de o perfil de segurança não estar bem caracterizado fez-nos concluir que não estaria pronto para aprovação”, disse Sandra Kweder, vice-diretora do Gabinete de Novos Fármacos da FDA, citada pela NPR. Os componentes de Libifeme foram bem-tolerados por todas as mulheres estudadas e nenhum efeito secundário foi reportado. A lubrificação vaginal é vital para que as relações sexuais sejam satisfatórias, mas muitas mulheres têm este problema e sofrem em silêncio. (Libifeme é a solução ou Libifeme pode ajudar). Poderosa ação antioxidanteO Libifeme, devido à sua composição, preserva a saúde das células da mucosa interna da vagina, e assim promove maior lubrificação vaginal. Ação vasodilatadoraLibifeme aumenta a irrigação sanguínea da zona genital. Como a composição de Libifeme é 100% à base de extratos estandardizados de plantas, não interfere com nenhum mecanismo hormonal e como tal não provoca alterações de peso nem de humor. Para mulheres em idade fértil, 1 comprimido pela manhã. Fazer toma mínima de 3 embalagens seguidas.
- Conversar abertamente com o parceiro sobre desejos, expectativas e eventuais desconfortos
- Procurar terapia de casal focada na sexualidade, com um psicólogo ou terapeuta sexual certificado
- Explorar novas formas de estimulação e preliminares, sem pressão para o ato penetrativo
- Utilizar lubrificantes íntimos de base aquosa para reduzir o atrito e aumentar o conforto
- Agendar encontros românticos regulares para reacender a cumplicidade emocional
- Recorrer a técnicas de mindfulness durante o ato sexual, concentrando-se nas sensações corporais
- Ler literatura erótica ou ver filmes que estimulem a imaginação e o desejo partilhado
Tempo de toma mínimo recomendado de 3 a 6 meses. Fazer sempre a toma durante um mínimo de 3 meses consecutivos e repetir sempre que seja necessário, durante o mesmo período de tempo. Cada embalagem tem 30 comprimidos, consumo para 1 mês. O Libifeme é um tónico sexual, 100% natural, suave e de eficácia terapêutica comprovada, que pode ajudar as mulheres com queixas de falta de libido sexual, reduzida lubrificação vaginal e/ou dor no ato sexual.
A nova aposta nos antidepressivos
Faça a sua encomenda de forma rápida e segura! As promessas são muitas, mas quais os cuidados a ter? Porquê tanto tempo viagra feminino preco farmacia portugal à espera desta solução? Será que o comprimido cor-de-rosa funciona mesmo? Já se estudaram outras alternativas para mulheres?
Carrinho vazio?
Viagra azul versus “viagra” rosa: qual a diferença? E outras recomendações para mulheres com falta de desejo sexual? A empresa farmacêutica norte-americana Sprout Pharmaceuticals conseguiu no dia 18 de agosto de 2015 a aprovação para comercialização, pela autoridade que regula a introdução dos medicamentos no mercado (FDA, Food and Drug Administration), do medicamento flibanserina, sob o nome comercial Addyi. O objetivo deste medicamento é tratar o transtorno de desejo sexual hipoativo (HSDD) – a diminuição do desejo sexual em mulheres que ainda não entraram na menopausa. “HSDD é definida com uma ausência persistente de pensamentos sexuais, de fantasias, de recetividade e vontade de envolvimento em atividades sexuais que causa ansiedade pessoal e nos relacionamentos e não pode ser justificado por outra condição médica ou pelo efeito de outra substância”, referiu o laboratório. Faça a sua encomenda de forma rápida e segura! As promessas são muitas, mas quais os cuidados a ter? Porquê tanto tempo viagra feminino preco farmacia portugal à espera desta solução?
- Flibanserina, um medicamento sujeito a receita médica para o tratamento da perturbação do desejo sexual
- Bremelanotida, uma terapêutica injetável indicada para a diminuição da libido em mulheres na pré-menopausa
- Terapia hormonal de substituição com estrogénios e, em alguns casos, testosterona, sob rigorosa supervisão médica
- Ospemifeno, um modulador seletivo dos recetores de estrogénio, utilizado para a dispareunia associada à menopausa
- Implantes hormonais bioidênticos, preparados em farmácias de manipulação mediante prescrição
- Injeções de plasma rico em plaquetas na zona vaginal, um procedimento de medicina regenerativa
Será que o comprimido cor-de-rosa funciona mesmo?
| Condição clínica | Risco associado | Suplemento contraindicado |
|---|---|---|
| Hipertensão não controlada | Crise hipertensiva | Ginseng, Vyleesi |
| Gravidez | Risco de malformações | Todos os suplementos |
| Antecedentes de AVC | Aumento do risco de recorrência | Ginkgo biloba |
| Insuficiência hepática grave | Toxicidade hepática | Feno-grego, Maca |
| Uso de anticoagulantes | Hemorragia | Ginkgo biloba, Ginseng |
Já se estudaram outras alternativas para mulheres? Viagra azul versus “viagra” rosa: qual a diferença? E outras recomendações para mulheres com falta de desejo sexual? A empresa farmacêutica norte-americana Sprout Pharmaceuticals conseguiu no dia 18 de agosto de 2015 a aprovação para comercialização, pela autoridade que regula a introdução dos medicamentos no mercado (FDA, Food and Drug Administration), do medicamento flibanserina, sob o nome comercial Addyi.
Se não uma pílula, o que então?
Este medicamento é o primeiro no mercado com o objetivo de tratar diretamente a falta de desejo sexual – nenhum dos medicamentos de tratamento de disfunção sexual nos homens têm este objetivo. Flibanserina é recomendado às mulheres na fase de pré-menopausa – que inclui toda a vida sexual da mulher até ao aparecimento dos primeiros sinais da menopausa – que sofra de transtorno de desejo sexual hipoativo. O medicamento Addyi, que se prevê que comece ser vendido a 17 de outubro, tem um composto que potencia e outro que inibe a ligação da serotonina – a hormona que regula, entre outras coisas, a ansiedade e o humor, mas também a locomoção, a fome e a líbido. Mas, como refere a FDA em comunicado, ainda não foi possível perceber qual o mecanismo pelo qual aumenta o desejo sexual e diminui a ansiedade em relação a isso. See how the 'female Viagra' drug works pic.twitter.com/fb9kzpz3dk A Business Insider referiu que os alvos do flibanserina são dois neurotransmissores (substâncias que transmitem impulso nervoso): a dopamina, que atua na sensação de recompensa e prazer, e a norepinefrina, que controla a atenção e e a resposta ao meio ambiente.
4. Tribulus terrestris
No entanto, e como alertou Bernardo Barahona Corrêa, consultor na Unidade de Neuropsiquiatria da Fundação Champalimaud, ainda existem poucas evidências que este fármaco seja realmente eficaz a cumprir o objetivo a que se destina. “Addyi foi aprovado com um estratégia para avaliação e mitigação do risco (REMS), que inclui elementos para assegurar o uso seguro (ETASU)”, referiu a FDA em comunicado de imprensa. Estas medidas foram tomadas devido aos efeitos secundários previstos: pode causar quebras de tensão e perdas de consciência, efeitos que são agravados quando há ingestão de álcool, quando a mulher está a tomar determinados medicamentos ou caso tenha problemas de fígado. O medicamento que promete ser revolucionário vem recheado de avisos e precauções: obriga à prescrição médica e à formação específica e certificação dos profissionais se saúde – médicos e farmacêuticos -, alerta a FDA. “Os doentes e aqueles que prescrevem [o medicamento] devem compreender totalmente os riscos associado ao uso de Addyi antes de considerarem o tratamento”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. O objetivo deste medicamento é tratar o transtorno de desejo sexual hipoativo (HSDD) – a diminuição do desejo sexual em mulheres que ainda não entraram na menopausa. “HSDD é definida com uma ausência persistente de pensamentos sexuais, de fantasias, de recetividade e vontade de envolvimento em atividades sexuais que causa ansiedade pessoal e nos relacionamentos e não pode ser justificado por outra condição médica ou pelo efeito de outra substância”, referiu o laboratório. Este medicamento é o primeiro no mercado com o objetivo de tratar diretamente a falta de desejo sexual – nenhum dos medicamentos de tratamento de disfunção sexual nos homens têm este objetivo.
- Falta de desejo sexual persistente, clinicamente designada por perturbação do interesse/excitação sexual
- Dificuldade em atingir a excitação, mesmo com estimulação adequada e ambiente propício
- Secura vaginal que torna as relações sexuais desconfortáveis ou dolorosas
- Anorgasmia, ou seja, incapacidade recorrente de alcançar o orgasmo
- Diminuição da libido associada a fases de transição hormonal, como a menopausa ou o pós-parto
- Fadiga extrema e stresse crónico que anulam o interesse pela intimidade
Flibanserina é recomendado às mulheres na fase de pré-menopausa – que inclui toda a vida sexual da mulher até ao aparecimento dos primeiros sinais da menopausa – que sofra de transtorno de desejo sexual hipoativo. O medicamento Addyi, que se prevê que comece ser vendido a 17 de outubro, tem um composto que potencia e outro que inibe a ligação da serotonina – a hormona que regula, entre outras coisas, a ansiedade e o humor, mas também a locomoção, a fome e a líbido. Mas, como refere a FDA em comunicado, ainda não foi possível perceber qual o mecanismo pelo qual aumenta o desejo sexual e diminui a ansiedade em relação a isso. See how the 'female Viagra' drug works pic.twitter.com/fb9kzpz3dk A Business Insider referiu que os alvos do flibanserina são dois neurotransmissores (substâncias que transmitem impulso nervoso): a dopamina, que atua na sensação de recompensa e prazer, e a norepinefrina, que controla a atenção e e a resposta ao meio ambiente. No entanto, e como alertou Bernardo Barahona Corrêa, consultor na Unidade de Neuropsiquiatria da Fundação Champalimaud, ainda existem poucas evidências que este fármaco seja realmente eficaz a cumprir o objetivo a que se destina. “Addyi foi aprovado com um estratégia para avaliação e mitigação do risco (REMS), que inclui elementos para assegurar o uso seguro (ETASU)”, referiu a FDA em comunicado de imprensa. Estas medidas foram tomadas devido aos efeitos secundários previstos: pode causar quebras de tensão e perdas de consciência, efeitos que são agravados quando há ingestão de álcool, quando a mulher está a tomar determinados medicamentos ou caso tenha problemas de fígado. O medicamento que promete ser revolucionário vem recheado de avisos e precauções: obriga à prescrição médica e à formação específica e certificação dos profissionais se saúde – médicos e farmacêuticos -, alerta a FDA.
| Fator | Impacto na eficácia | Recomendação |
|---|---|---|
| Idade | Redução da absorção de nutrientes | Ajustar dosagem com orientação médica |
| Medicação concomitante | Possíveis interações farmacológicas | Consultar o médico assistente |
| Estado hormonal | Menopausa reduz resposta a fitoterápicos | Avaliar níveis de estrogénio |
| Alimentação | Dieta pobre prejudica absorção | Tomar com refeição rica em gorduras saudáveis |
| Stress crónico | Inibe a resposta sexual | Associar técnicas de relaxamento |
“Os doentes e aqueles que prescrevem [o medicamento] devem compreender totalmente os riscos associado ao uso de Addyi antes de considerarem o tratamento”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. Aconselha-se que as mulheres tomem o medicamento ao deitar, para diminuir as consequências dos possíveis efeitos secundários, como hipotensão, síncope ou sonolência. E o consumo de álcool é como deve tomar viagra totalmente contraindicado enquanto a mulher estiver a tomar a medicação.
Cientistas alertam para possíveis consequências mortais da ‘vida espelhada’
A aceitação de comercialização em agosto de 2015, mediante recomendação de um painel de especialistas, parece ter sido em parte influenciada pelos testemunhos de mulheres que dizem ter sentido melhorias depois de tomarem o medicamento e pela pressão de movimentos que acusam a FDA de não se preocupar o suficiente com a sexualidade feminina. Um deles – Even the Score -, do qual a Sprout Pharmaceuticals faz parte, até preparou um vídeo de agradecimento à autoridade norte-americana. “A aprovação de hoje [dia 18 de agosto de 2015] fornece às mulheres angustiadas com a falta de desejo sexual uma opção de tratamento autorizada”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. “A FDA esforça-se por proteger e promover a saúde das mulheres e estamos comprometidos em apoiar o desenvolvimento de tratamentos seguros e eficazes para a disfunção sexual feminina.” Os ensaios clínicos realizados pelo laboratório Sprout Pharmaceuticals, que incluíram 2.400 mulheres antes de entrarem na menopausa, mostraram que o número de eventos sexuais satisfatórios foi maiores nas mulheres que tomaram flibanserina do que nas que tomaram placebo (comprimido sem medicamento dado com fins sugestivos). Mas a diferença parece pequena: ao longo dos meses de tratamento, as mulheres que tomaram flibanserina tiveram mais 0,5 a 1 encontro sexual satisfatório por mês, contra 0,3 a 0,4 nas mulheres que tomaram placebo.
Flibanserin é o mesmo que Viagra?
O medicamento que só funcionou em oito a 13 por cento das mulheres, segundo o site Vox, foi classificado de “um afrodisíaco medíocre com efeitos secundários assustadores”, pela diretora do projeto PharmedOut da Universidade de Georgetown, Adriane Fugh-Berman, que estudou a campanha de marketing do flibanserina. No mesmo site lê-se que a farmacêutica não melhorou os resultados desde a recusa em 2013, mas lançou uma forte campanha para acusar a FDA se não se preocupar com a saúde sexual das mulheres. 5 reasons to be skeptical of the new "female Viagra" pic.twitter.com/8FuGiZPmYD A falta de desejo sexual feminino não depende exclusivamente de fatores biológicos, a maior parte são questões psicológicas, como as emoções e pensamentos, a baixa autoestima, as crenças sobre a sexualidade feminina, assim como a relação com o parceiro sexual e com os outros. Durante os ensaios clínicos, as mulheres também referiram tonturas, náuseas, fadiga, insónia e boca seca. No site da empresa Sprout Pharmaceuticals lê-se que o medicamento não serve para tratar perda de desejo sexual devido a uma condição médica ou psiquiátrica coexistente, a problemas na relação ou a efeitos secundários de outros medicamentos. @US_FDA approves #flibanserin for female hypoactive sexual desire disorder pic.twitter.com/uJKDo493dK É certo que nenhum medicamento está livre de apresentar efeitos secundários, por isso há que avaliar se os benefícios compensam os riscos. Tendo em conta que uma em cada cinco mulheres referiu ter tido efeitos indesejados e que as melhorias são pouco significativas talvez não se justifique, como argumenta o médico Walid Fouad Gellad, citado pelo site Vox. A FDA aconselha que as mulheres interrompam a medicação se ao fim de oito semanas não notarem efeitos positivos no desejo sexual. Outro ponto importante é que as mulheres refiram qualquer tipo de alteração, visto que não existem estudos do efeito a longo prazo de um medicamento que deve ser tomado diariamente. O medicamento que agora foi aprovado pela autoridade que regula os medicamento e alimentos nos Estados Unidos (FDA, Food and Drug Administration) já tinha visto o pedido de comercialização recusado duas vezes em 2010 e 2013, por não conseguir demonstrar que realmente resolvia o problema e porque apresentava manifestações severas dos efeitos secundários. “A combinação de uma prova de eficácia não muito robusta e o facto de o perfil de segurança não estar bem caracterizado fez-nos concluir que não estaria pronto para aprovação”, disse Sandra Kweder, vice-diretora do Gabinete de Novos Fármacos da FDA, citada pela NPR. A aceitação de comercialização em agosto de 2015, mediante recomendação de um painel de especialistas, parece ter sido em parte influenciada pelos testemunhos de mulheres que dizem ter sentido melhorias depois de tomarem o medicamento e pela pressão de movimentos que acusam a FDA de não se preocupar o suficiente com a sexualidade feminina. Um deles – Even the Score -, do qual a Sprout Pharmaceuticals faz parte, até preparou um vídeo de agradecimento à autoridade norte-americana. “A aprovação de hoje [dia 18 de agosto de 2015] fornece às mulheres angustiadas com a falta de desejo sexual uma opção de tratamento autorizada”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. “A FDA esforça-se por proteger e promover a saúde das mulheres e estamos comprometidos em apoiar o desenvolvimento de tratamentos seguros e eficazes para a disfunção sexual feminina.” Os ensaios clínicos realizados pelo laboratório Sprout Pharmaceuticals, que incluíram 2.400 mulheres antes de entrarem na menopausa, mostraram que o número de eventos sexuais satisfatórios foi maiores nas mulheres que tomaram flibanserina do que nas que tomaram placebo (comprimido sem medicamento dado com fins sugestivos). Mas a diferença parece pequena: ao longo dos meses de tratamento, as mulheres que tomaram flibanserina tiveram mais 0,5 a 1 encontro sexual satisfatório por mês, contra 0,3 a 0,4 nas mulheres que tomaram placebo. O medicamento que só funcionou em oito a 13 por cento das mulheres, segundo o site Vox, foi classificado de “um afrodisíaco medíocre com efeitos secundários assustadores”, pela diretora do projeto PharmedOut da Universidade de Georgetown, Adriane Fugh-Berman, que estudou a campanha de marketing do flibanserina.
- Aumento gradual da libido e do interesse por atividades sexuais após algumas semanas de uso
- Melhoria da lubrificação vaginal natural, reduzindo a necessidade de lubrificantes externos
- Maior facilidade em atingir o orgasmo e aumento da intensidade das sensações
- Incremento da energia geral e redução da fadiga, com impacto positivo na disposição para a intimidade
- Diminuição dos níveis de stresse e ansiedade, favorecendo um estado mental mais recetivo
- Melhoria da qualidade do sono, que por sua vez regula o equilíbrio hormonal
- Aumento da confiança corporal e da autoestima sexual
No mesmo site lê-se que a farmacêutica não melhorou os resultados desde a recusa em 2013, mas lançou uma forte campanha para acusar a FDA se não se preocupar com a saúde sexual das mulheres. 5 reasons to be skeptical of the new "female Viagra" pic.twitter.com/8FuGiZPmYD A falta de desejo sexual feminino não depende exclusivamente de fatores biológicos, a maior parte são questões psicológicas, como as emoções e pensamentos, a baixa autoestima, as crenças sobre a sexualidade feminina, assim como a relação com o parceiro sexual e com os outros.