Precisa de receita para comprar Viagra na farmácia
Estas oferecem geralmente Viagra genérico dos fabricantes a preços baixos. Se seguir as promoções, pode obter um desconto de até 50%. A nossa farmácia garante total confidencialidade aquando da encomenda.
Preço do Viagra em Portugal
Já as doses de 25 e 100 miligramas continuam a necessitar de receita. Para garantir a segurança da utilização, o Infarmed definiu um protocolo de dispensa de 50 como tomar viagra fazer efeito mg de sildenafil. Além de um guia e de uma checklist de apoio, inclui um cartão a ser entregue ao utente – mesmo que o medicamento não tenha sido dispensado –, com a indicação de que deve consultar um médico no prazo de seis meses. E só pode ser vendida uma embalagem com oito unidades. A quem não seja dispensado o medicamento, devem ser explicadas as razões e recomendada uma consulta médica.
Realizamos, adicionalmente, certas modificações que o cliente pretenda efetuar no equipamento, para que este vá mais de encontro às suas necessidades ou para optimizar a sua performance. Em certos casos podemos até construir o equipamento de raiz.
A DECO PROteste levanta algumas questões a esta decisão do Infarmed. A checklist e o protocolo de dispensa de sildenafil 50 mg são ferramentas para ajudar o farmacêutico a avaliar se o tratamento é adequado para o utente e a fazer o aconselhamento, independentemente de o medicamento ser ou não dispensado. As perguntas, em geral, pretendem aferir o risco cardiovascular, bem como a existência de outras doenças e de interações medicamentosas. A informação recolhida permite concluir se o medicamento pode ou não ser dispensado ao utente. De modo a garantir a privacidade no momento de aplicação do protocolo de dispensa e da checklist, para que a pessoa possa responder sem constrangimentos, o atendimento deve ser realizado num gabinete e não ao balcão.
Princípio ativo do Viagra genérico.
De acordo com o protocolo, o sildenafil de 50 mg de venda livre apenas pode ser dispensado a homens com 18 anos ou mais que sofram de disfunção erétil, isto é, dificuldade persistente em manter uma ereção suficiente para permitir um desempenho sexual satisfatório. Além disso, impõe uma série de restrições à toma. Assim, não devem usar Viagra e respetivos genéricos não sujeitos a receita médica homens que, entre outras condições: têm alergia ao sildenafil ou a outro componente do fármaco; tomam uma dose diferente de sildenafil ou estão a fazer outro tratamento para a disfunção erétil; têm problemas cardiovasculares, como os que sofreram um acidente vascular cerebral ou enfarte do miocárdio há menos de seis meses ou tenham histórico familiar destas doenças; sentem falta de ar significativa ou dores no peito ao fazer atividade física ligeira ou moderada, como caminhar em passo rápido durante 20 minutos ou subir dois lanços de escadas; têm hipotensão, isto é, tensão arterial inferior a 90/50 milímetros de mercúrio (mmHg); têm deformações anatómicas do pénis, anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia; estão a tomar determinados medicamentos, como ritonavir, para o vírus de imunodeficiência humana (VIH), nitratos, por exemplo, para a insuficiência cardíaca, e riociguate, para a hipertensão pulmonar, entre outros. Já não precisa de ir ao seu médico para obter uma receita. Em conclusão, quando se trata de comprar Viagra sem receita, é crucial dar prioridade à segurança e autenticidade, comprando em fontes confiáveis. As opções de confiança incluem a visita a um médico e a obtenção de uma receita através de plataformas online que o põem em contacto com médicos autorizados. Ao seguir estes canais legítimos, pode garantir que recebe um medicamento autêntico e que tem acesso à orientação e apoio corretos relativamente à dosagem e aos potenciais efeitos secundários. O Infarmed- Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde já autorizou a venda do Viagra, na dosagem de 50 mg, sem necessidade de receita médica, mantendo, no entanto, a exclusividade de comercialização nas farmácias comunitárias. A decisão abrange todos os medicamentos cuja substância ativa seja o sildenafil, ou seja, também os seus genéricos, permitindo que passem a ser classificados como medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM). Esta medida já está em vigor noutros países europeus como, por exemplo, a Noruega, Suíça, Polónia, e o Reino Unido. No caso britânico, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde justificou a decisão, implementada em 2017, com base numa consulta pública, bem como na avaliação de que os benefícios da acessibilidade do medicamento superavam os potenciais riscos. No Reino Unido, cabe aos farmacêuticos avaliar se o medicamento pode ser vendido em segurança a homens com mais de 18 anos. Para além da venda, os profissionais de farmácia dão aconselhamento sobre a disfunção erétil, o uso correto do fármaco, os potenciais efeitos secundários e a necessidade de consulta médica adicional. No entanto, existem restrições: o Viagra não pode ser vendido a homens com doença cardíaca grave ou alto risco cardiovascular, insuficiência hepática ou renal severa, ou que estejam a tomar medicamentos que possam causar reações adversas em combinação com o sildenafil. A recomendação padrão é a administração de 50 mg do medicamento, cerca de uma hora antes da relação sexual, não devendo ser tomado mais do que um comprimido por dia. Em Portugal, os detalhes para a implementação da medida e as existe viagra mulher regras para a dispensa do medicamento constam do protocolo publicado pelo Infarmed, que contou com a colaboração da Ordem dos Farmacêuticos na sua elaboração e é semelhante ao do Reino Unido. Segundo o Infarmed, a dispensa vai ser apoiada em ferramentas de prevenção de risco que incluem: “materiais de apoio à dispensa, nomeadamente um guia e uma checklist de apoio; um cartão para o utente, a ser dispensado após preenchimento da checklist, com a informação de que deve consultar o médico dentro de 6 meses (independentemente do medicamento ter sido dispensado ou não); a realização do estudo do tipo Registo (Patient Registry Study) pós-comercialização; e dispensa no máximo de uma embalagem de 8 unidades.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Genérico | 150mg | 270 + 10 comprimidos | 326.61€ 311.06€ | |
| Viagra Original | 100mg | 34 + 2 comprimidos | 163.67€ 155.88€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 10 comprimidos | 26.87€ 25.59€ | |
| Viagra Original | 100mg | 76 + 4 comprimidos | 306.59€ 291.99€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 20 comprimidos | 61.69€ 58.75€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 180 + 8 comprimidos | 199.37€ 189.88€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 10 comprimidos | 36.73€ 34.98€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 220 + 18 saquetas | 562.28€ 535.50€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 30 + 2 comprimidos | 83.07€ 79.11€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 270 + 10 comprimidos | 419.95€ 399.95€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 63 + 7 saquetas | 190.54€ 181.47€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 30 + 4 comprimidos | 83.06€ 79.10€ | |
| Viagra Original | 100mg | 8 comprimidos | 59.84€ 56.99€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 90 + 6 comprimidos | 107.37€ 102.26€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 10 saquetas | 46.36€ 44.15€ |
A nova classificação do Viagra em Portugal e dos seus genéricos como MSNRM não é consensual. Pedro Nogueira da Silva, médico urologista/ andrologista, tem algumas reservas.
Quem pode e quem não pode tomar viagra
Além disso, o crime farmacêutico tem implicações na segurança sanitária, afetando não só os consumidores individuais, mas também sistemas de saúde nacionais. A Europol alerta que redes criminosas produzem estes medicamentos em laboratórios improvisados e sem condições de higiene adequadas, misturando ingredientes tóxicos ou em proporções inadequadas. A produção ilícita representa ainda riscos ambientais, devido à contaminação do ar, do solo e da água decorrente da eliminação dos resíduos do fabrico. Na União Europeia, as apreensões de medicamentos ilegais incluem anticonvulsivantes, opioides sintéticos (como tramadol e fentanil), fármacos anticancerígenos, substâncias dopantes, antivirais, hipnóticos, ansiolíticos e produtos para a disfunção erétil. A tendência revela o perigo crescente da compra de medicamentos sem consulta médica, reforçando a importância da regulação e supervisão do setor.
O que fazer se o medicamento não fizer efeito?
Nos últimos anos, as apreensões de medicamentos para a disfunção erétil têm vindo a diminuir. Em 2022, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) intercetou 113.584 unidades, um número que caiu para 77.721 em 2023 e voltou a baixar para 61.312 em 2024. Já este ano, até ao final de abril, foram apreendidas 7.011 unidades. Todos estes produtos foram posteriormente analisados pelo Infarmed, que reforça o alerta para os riscos da comercialização ilegal de medicamentos. Segundo o Infarmed, o consumo de sildenafil tem vindo a crescer em Portugal nos últimos anos.
O Viagra genérico está disponível em diferentes dosagens?
Em 2022, foram dispensadas 245.656 embalagens, número que aumentou para 252.086 em 2023 e, em 2024, atingiu 258.542 unidades, refletindo uma procura cada vez maior por este tratamento. O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na BNP O Livro Amarelo Eletrónico (LAE) está agora disponível online Devido a uma intervenção técnica o RNOFA encontra-se indisponível O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na BNP O Livro Amarelo Eletrónico (LAE) está agora disponível online Devido a uma intervenção técnica o RNOFA encontra-se indisponível Vai ser possível comprar medicamentos para tratar a disfunção erétil, como o Viagra e respetivos genéricos, sem receita médica. Saiba se é seguro tomá-los sem diagnóstico e acompanhamento médico. O Infarmed vai alterar a classificação dos medicamentos que tratam a disfunção erétil com sildenafil – Viagra e genéricos –, na dosagem de 50 miligramas (mg). Estes serão integrados na lista de medicamentos não sujeitos a receita médica de venda exclusiva em farmácia (MNSRM-EF). “Acho que, por princípio, é um mau princípio. Porque estamos a falar de um medicamento que, como todos os medicamentos, tem as suas indicações próprias e contraindicações. Por isso, não faz sentido permitirmos, vou chamar-lhe livre-arbítrio, o acesso sem uma pré-avaliação médica”, sustentou, frisando que a disfunção eréctil é uma doença que precisa de acompanhamento médico. “O tratamento da disfunção erétil é mais do que tomar Viagra, porque dificilmente ela tem uma causa única. Pode ter causas, por exemplo, relacionadas com doenças psicogénicas”, argumentou. Porém, Hélder Mota Filipe, Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, explica consigo comprar viagra farmacia que a dispensa a comercialização não será feita ao balcão, mas sim num gabinete de aconselhamento que todas as farmácias já são obrigadas a ter e mediante regras. Segundo Hélder Mota Filipe, apesar de sildenafil passar a ser um MNSRM, o farmacêutico tem de aplicar o protocolo que obriga a despistar eventuais contraindicações, relacionadas com a saúde da pessoa, interações com medicamentos que possa tomar e reações adversas e aconselhar a visita a um médico para seguimento. O Bastonário considera positiva esta medida e sublinha “a vantagem de permitir um acesso mais facilitado dos utentes a este medicamento, uma dispensa segura, tendo em conta a aplicação do protocolo pelo farmacêutico”, e o facto de evitar “o recurso, que é um clássico, nesta classe de medicamentos, à internet”.
Optimização de Utilização
Estas oferecem geralmente Viagra genérico dos fabricantes a preços baixos. Se seguir as promoções, pode obter um desconto de até 50%. A nossa farmácia garante total confidencialidade aquando da encomenda. Já não precisa de ir ao seu médico para obter uma receita. Em conclusão, quando se trata de comprar Viagra sem receita, é crucial dar prioridade à segurança e autenticidade, comprando em fontes confiáveis.
Existem outras alternativas eficazes ao Viagra genérico?
As opções de confiança incluem a visita a um médico e a obtenção de uma receita através de plataformas online que o põem em contacto com médicos autorizados. Ao seguir estes canais legítimos, pode garantir que recebe um medicamento autêntico e que tem acesso à orientação e apoio corretos relativamente à dosagem e aos potenciais efeitos secundários. O Infarmed- Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde já autorizou a venda do Viagra, na dosagem de 50 mg, sem necessidade de receita médica, mantendo, no entanto, a exclusividade de comercialização nas farmácias comunitárias. A decisão abrange todos os medicamentos cuja substância ativa seja o sildenafil, ou seja, também os seus genéricos, permitindo que passem a ser classificados como medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM). Esta medida já está em vigor noutros países europeus como, por exemplo, a Noruega, Suíça, Polónia, e o Reino Unido.
Acompanhamento pós-projeto na implementação ou tradução de métodos anteriores para os novos métodos de análise;
No caso britânico, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde justificou a decisão, implementada em 2017, com base numa consulta pública, bem como na avaliação de que os benefícios da acessibilidade do medicamento superavam os potenciais riscos. No Reino Unido, cabe aos farmacêuticos avaliar se o medicamento pode ser vendido em segurança a homens com mais de 18 anos. Para além da venda, os profissionais de farmácia dão aconselhamento sobre a disfunção erétil, o uso correto do fármaco, os potenciais efeitos secundários e a necessidade de consulta médica adicional. No entanto, existem restrições: o Viagra não pode ser vendido a homens com doença cardíaca grave ou alto risco cardiovascular, insuficiência hepática ou renal severa, ou que estejam a tomar medicamentos que possam causar reações adversas em combinação com o sildenafil. A recomendação padrão é a administração de 50 mg do medicamento, cerca de uma hora antes da relação sexual, não devendo ser tomado mais do que um comprimido por dia. “Os medicamentos para a disfunção erétil, nomeadamente, o sildenafil, é o mais falsificado”, afirmou o mesmo responsável, sublinhando o perigo para a saúde de um medicamento falsificado. De acordo com um relatório da Europol – Agência da União Europeia para a Cooperação Policial, intitulado “Ameaça do crime farmacêutico na União Europeia e fora dela”, a falsificação de produtos médicos representa uma ameaça direta para a saúde pública, além de gerar enormes perdas financeiras para as empresas legítimas.
Todos os tratamentos para problemas de ereção
Segundo o documento, o mercado ilícito de medicamentos falsificados inclui fármacos com qualidade inferior, rótulos falsos e substâncias adulteradas, impactando a credibilidade da indústria farmacêutica e prejudicando investimentos em investigação. Além disso, o crime farmacêutico tem implicações na segurança sanitária, afetando não só os consumidores individuais, mas também sistemas de saúde nacionais. A Europol alerta que redes criminosas produzem estes medicamentos em laboratórios improvisados e sem condições de higiene adequadas, misturando ingredientes tóxicos ou em proporções inadequadas.
Política de privacidade para Massimo Forte
Em Portugal, os detalhes para a implementação da medida e as existe viagra mulher regras para a dispensa do medicamento constam do protocolo publicado pelo Infarmed, que contou com a colaboração da Ordem dos Farmacêuticos na sua elaboração e é semelhante ao do Reino Unido. Segundo o Infarmed, a dispensa vai ser apoiada em ferramentas de prevenção de risco que incluem: “materiais de apoio à dispensa, nomeadamente um guia e uma checklist de apoio; um cartão para o utente, a ser dispensado após preenchimento da checklist, com a informação de que deve consultar o médico dentro de 6 meses (independentemente do medicamento ter sido dispensado ou não); a realização do estudo do tipo Registo (Patient Registry Study) pós-comercialização; e dispensa no máximo de uma embalagem de 8 unidades. A nova classificação do Viagra em Portugal e dos seus genéricos como MSNRM não é consensual. Pedro Nogueira da Silva, médico urologista/ andrologista, tem algumas reservas. “Acho que, por princípio, é um mau princípio.
Este acompanhamento inicia-se na discussão inicial da ideia a implementar, aconselhando sobre todos os pormenores técnicos que deverão ser contabilizados para a implementação com sucesso do projeto.
Porque estamos a falar de um medicamento que, como todos os medicamentos, tem as suas indicações próprias e contraindicações. Por isso, não faz sentido permitirmos, vou chamar-lhe livre-arbítrio, o acesso sem uma pré-avaliação médica”, sustentou, frisando que a disfunção eréctil é uma doença que precisa de acompanhamento médico. “O tratamento da disfunção erétil é mais do que tomar Viagra, porque dificilmente ela tem uma causa única. Pode ter causas, por exemplo, relacionadas com doenças psicogénicas”, argumentou. Porém, Hélder Mota Filipe, Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, explica consigo comprar viagra farmacia que a dispensa a comercialização não será feita ao balcão, mas sim num gabinete de aconselhamento que todas as farmácias já são obrigadas a ter e mediante regras.
Tempo de início e duração do efeito
Segundo Hélder Mota Filipe, apesar de sildenafil passar a ser um MNSRM, o farmacêutico tem de aplicar o protocolo que obriga a despistar eventuais contraindicações, relacionadas com a saúde da pessoa, interações com medicamentos que possa tomar e reações adversas e aconselhar a visita a um médico para seguimento. O Bastonário considera positiva esta medida e sublinha “a vantagem de permitir um acesso mais facilitado dos utentes a este medicamento, uma dispensa segura, tendo em conta a aplicação do protocolo pelo farmacêutico”, e o facto de evitar “o recurso, que é um clássico, nesta classe de medicamentos, à internet”. “Os medicamentos para a disfunção erétil, nomeadamente, o sildenafil, é o mais falsificado”, afirmou o mesmo responsável, sublinhando o perigo para a saúde de um medicamento falsificado. De acordo com um relatório da Europol – Agência da União Europeia para a Cooperação Policial, intitulado “Ameaça do crime farmacêutico na União Europeia e fora dela”, a falsificação de produtos médicos representa uma ameaça direta para a saúde pública, além de gerar enormes perdas financeiras para as empresas legítimas. Segundo o documento, o mercado ilícito de medicamentos falsificados inclui fármacos com qualidade inferior, rótulos falsos e substâncias adulteradas, impactando a credibilidade da indústria farmacêutica e prejudicando investimentos em investigação. A produção ilícita representa ainda riscos ambientais, devido à contaminação do ar, do solo e da água decorrente da eliminação dos resíduos do fabrico. Na União Europeia, as apreensões de medicamentos ilegais incluem anticonvulsivantes, opioides sintéticos (como tramadol e fentanil), fármacos anticancerígenos, substâncias dopantes, antivirais, hipnóticos, ansiolíticos e produtos para a disfunção erétil. A tendência revela o perigo crescente da compra de medicamentos sem consulta médica, reforçando a importância da regulação e supervisão do setor. Nos últimos anos, as apreensões de medicamentos para a disfunção erétil têm vindo a diminuir. Em 2022, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) intercetou 113.584 unidades, um número que caiu para 77.721 em 2023 e voltou a baixar para 61.312 em 2024.
- As farmácias portuguesas estão obrigadas a verificar a identidade do comprador e a validade da receita.
- Em caso de receita digital, o doente recebe um código de acesso e um código de dispensa para apresentar na farmácia.
- A receita pode ser aviada na totalidade ou parcelarmente, conforme a indicação médica e a quantidade prescrita.
- O farmacêutico pode recusar a dispensa se suspeitar de falsificação ou uso indevido da receita.
- O doente deve guardar a fatura e a embalagem para eventuais esclarecimentos ou reclamações.
Já este ano, até ao final de abril, foram apreendidas 7.011 unidades. Todos estes produtos foram posteriormente analisados pelo Infarmed, que reforça o alerta para os riscos da comercialização ilegal de medicamentos. Segundo o Infarmed, o consumo de sildenafil tem vindo a crescer em Portugal nos últimos anos. Em 2022, foram dispensadas 245.656 embalagens, número que aumentou para 252.086 em 2023 e, em 2024, atingiu 258.542 unidades, refletindo uma procura cada vez maior por este tratamento. O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na BNP O Livro Amarelo Eletrónico (LAE) está agora disponível online Devido a uma intervenção técnica o RNOFA encontra-se indisponível O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na BNP O Livro Amarelo Eletrónico (LAE) está agora disponível online Devido a uma intervenção técnica o RNOFA encontra-se indisponível Vai ser possível comprar medicamentos para tratar a disfunção erétil, como o Viagra e respetivos genéricos, sem receita médica. Saiba se é seguro tomá-los sem diagnóstico e acompanhamento médico. O Infarmed vai alterar a classificação dos medicamentos que tratam a disfunção erétil com sildenafil – Viagra e genéricos –, na dosagem de 50 miligramas (mg).
- Em Portugal, a venda de Viagra e de outros medicamentos para a disfunção erétil exige sempre receita médica.
- Não é possível comprar Viagra numa farmácia portuguesa sem apresentar a receita do médico.
- O médico de família ou um urologista pode prescrever o medicamento após avaliação clínica.
- A receita pode ser emitida em papel ou em formato eletrónico (receita sem papel) e tem validade limitada.
- A compra em farmácias online portuguesas também requer receita válida e a entrega é sujeita a verificação.
Estes serão integrados na lista de medicamentos não sujeitos a receita médica de venda exclusiva em farmácia (MNSRM-EF). Já as doses de 25 e 100 miligramas continuam a necessitar de receita. Para garantir a segurança da utilização, o Infarmed definiu um protocolo de dispensa de 50 como tomar viagra fazer efeito mg de sildenafil. Além de um guia e de uma checklist de apoio, inclui um cartão a ser entregue ao utente – mesmo que o medicamento não tenha sido dispensado –, com a indicação de que deve consultar um médico no prazo de seis meses. E só pode ser vendida uma embalagem com oito unidades. A quem não seja dispensado o medicamento, devem ser explicadas as razões e recomendada uma consulta médica.
| Característica | Viagra original (Pfizer) | Genérico de sildenafil | Impacto na compra |
|---|---|---|---|
| Substância ativa | Citrato de sildenafil | Citrato de sildenafil | Sem diferença |
| Preço médio por comprimido de 50 mg | 9 a 12 euros | 3 a 6 euros | O genérico é consideravelmente mais barato |
| Excipientes e revestimento | Formulação original da Pfizer | Excipientes diferentes, aprovados pelo INFARMED | Sem impacto clínico relevante |
| Necessidade de receita | Sim, receita médica | Sim, receita médica | Sem diferença |
| Disponibilidade nas farmácias | Ampla | Ampla, com várias marcas | Maior escolha no genérico |
A DECO PROteste levanta algumas questões a esta decisão do Infarmed.
- O Infarmed regula a comercialização do Viagra em Portugal, garantindo a qualidade e segurança do medicamento.
- Existem medicamentos genéricos com sildenafil, mais baratos, mas com a mesma eficácia e segurança.
- O médico pode optar por prescrever um genérico para reduzir os custos para o doente.
- A comparticipação do Estado português pode aplicar-se em situações específicas, conforme o regime legal.
- O doente deve informar o médico sobre todos os outros medicamentos que toma, incluindo suplementos.
A checklist e o protocolo de dispensa de sildenafil 50 mg são ferramentas para ajudar o farmacêutico a avaliar se o tratamento é adequado para o utente e a fazer o aconselhamento, independentemente de o medicamento ser ou não dispensado. As perguntas, em geral, pretendem aferir o risco cardiovascular, bem como a existência de outras doenças e de interações medicamentosas. A informação recolhida permite concluir se o medicamento pode ou não ser dispensado ao utente.
Qual a diferença entre Viagra e Sildenafila?
De modo a garantir a privacidade no momento de aplicação do protocolo de dispensa e da checklist, para que a pessoa possa responder sem constrangimentos, o atendimento deve ser realizado num gabinete e não ao balcão. De acordo com o protocolo, o sildenafil de 50 mg de venda livre apenas pode ser dispensado a homens com 18 anos ou mais que sofram de disfunção erétil, isto é, dificuldade persistente em manter uma ereção suficiente para permitir um desempenho sexual satisfatório.
Qual o preço do sildenafil sem receita em Portugal?
Além disso, impõe uma série de restrições à toma. Assim, não devem usar Viagra e respetivos genéricos não sujeitos a receita médica homens que, entre outras condições: têm alergia ao sildenafil ou a outro componente do fármaco; tomam uma dose diferente de sildenafil ou estão a fazer outro tratamento para a disfunção erétil; têm problemas cardiovasculares, como os que sofreram um acidente vascular cerebral ou enfarte do miocárdio há menos de seis meses ou tenham histórico familiar destas doenças; sentem falta de ar significativa ou dores no peito ao fazer atividade física ligeira ou moderada, como caminhar em passo rápido durante 20 minutos ou subir dois lanços de escadas; têm hipotensão, isto é, tensão arterial inferior a 90/50 milímetros de mercúrio (mmHg); têm deformações anatómicas do pénis, anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia; estão a tomar determinados medicamentos, como ritonavir, para o vírus de imunodeficiência humana (VIH), nitratos, por exemplo, para a insuficiência cardíaca, e riociguate, para a hipertensão pulmonar, entre outros.
- Viagra Feminino Preço Farmácia Portugal: Guia Completo de Compra
- Perguntas e respostas sobre o "Viagra feminino"
- Viagra 100 mg conservação e validade
- Tadalafil 5 mg 28 comprimidos para disfunção erétil
- Tadalafil 5 mg versus tadalafil 10 mg
- Sildenafil Citrate 20mg vs 50mg vs 100mg Price Comparison
- Avvertenze